Vendo as informações

No último fim de semana, circulou pela web o infográfico definitivo sobre infográficos. Embora ele obviamente aponte algo existente – gráficos vazios de conteúdo ou usando as ferramentas inadequadas – também vejo como mais um sinal de uma mudança importante em como consumimos informação e, por consequência, em como a processamos.

A disseminação do uso de gráficos, fluxogramas, mapas, nuvens, etc. é, em parte, moda (e um triste sinal que a cultura do PowerPoint chegou ao jornalismo). Mas é também uma adequação a uma nova conjuntura: uma grande quantidade de dados tornados públicos em formatos estruturados. Isso leva a um tipo de raciocínio que privilegia a visualização de dados, ao invés de abstração; o cruzamento de dados vindos de áreas diferentes, ao invés de especialização; e a possibilidade de interação e modificação dos dados iniciais.

Links interessantes:

Google Public Data – dá para comparar dados de origens diferentes, como produto interno bruto e taxa de natalidade, em países diferentes e ao longo do tempo.

GraphJam – nasceu com a brincadeira de transformar músicas, filmes e cultura pop em geral em gráficos, mas agora tem de tudo um pouco.

PivotTable – um demo da nova ferramenta da Microsoft para organizar e visualizar grandes quantidades de dados e imagens.

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